I
– Prólogo da chuva
O que a chuva te lembra? A mim, quase sempre dias
tristes. Quase sempre horas silenciosas, esperas vazias, dias frios. Quase
sempre longas ausências, pontos de ônibus solitários, a triste lamentação dos
pássaros. Quase sempre dias perdidos de um passado estranho.
Quase sempre... você, e choveu tanto naquele dia.
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